INTRODUÇÃO A partir de todas as novas ensebras LOGS se han ido generalizando e implantando nos centros antigos de BUP y FP, a maior parte dos professores não tem dejado de preocuparse e ocuparse de incorporar novos meios a su diaria labor docente. Posiblemente o gran reto de estes prximos aos va a ser a tarefa de transmissão de forma convincente a los jvenes lo importante e necessário que é o desenvolvimento intelectual a travs do conhecimento de diferentes ciencias e tecnologias. Y, como as novas enseanzas piden novos modos, o fundo cartesiano que cada professor leva em su interior, o susurra que uma das rochas radica no mundo. Buscar, escolher, selecionar. Em este contexto metodológico, a discussão de dilemas morales é uma das muitas tcnicas que podem ser usadas para impartir alguns dos temas da matéria de tica e moral no quarto curso da literatura secundária. A finalidade de estas pginas é servir como elemento de introdução a esta modalidade de dilogo, na segurança de que os professores que desejam o uso de xito em su devenir docente. LOS CONTENIDOS QU SON LOS DILEMAS MORALES Um dilema moral é uma narrativa breve, um modo de história, na que se plantea uma situação possível no mbito da realidade mas é conflitante a nível moral, e solicita-nos os oyentes o bien una solucin Razonada do conflito e a análise da solucin elegida pelo sujeito protagonista da história. Por regla geral, a situação se apresenta como uma experiência eleitoral: o sujeito protagonista se encontra antecipado a uma situação com a qual se encontra antecipada, e nada mais que aquilo, opcines (A) (B), sendo ambas soluções igualmente factibles e defensores. El individuo se encuentra, pues, ante uma verdadeira e inevitável situacin conflictiva. Clases de dilemas Dilemas morales hipotticos: en ellos se plantean problemas abstratos, géneros, que é algo de dificil localização na realidade, mas que os que se paralizam reconocen que son sempre possíveis em determinadas ocasiones da vida real. Se suelen obter da literatura, dos meios de comunicação da imaginação interna de quem os elabora. As situações e os personagens gerais são alejados do mundo real de los sujeitos aos que se encontram, o que é bem-vinda ou outras situações vivas ou conhecidas pelo sujeito, o bem algn membro de su entorno social o familiar é susceptível De reflejarse na narrativa. Este tipo de dilemas apresentou menos interesse para o alumno e faltarles a riqueza e a variedade da própria experiência, mas pode favorecer o razoamento como habilidade discursiva. Dilemas morales reales: Plantean situações conflitantes sacadas da vida diária e de seus problemas. Se basan en hechos reais, próximo ao tempo no espaço e nos sujeitos e sueldos extras dos meios de comunicados, de situações ou sucessos histricos, de situações ou vivencias pessoais, etc. (problemas de liberdade, sexo, consciência pessoal .). Este tipo de dilemas son ms motivadores e facilitadores da implicação dos sujeitos participantes, de uma vez e de outra forma, ven reflejadas em enamoradas. EL CRITERIO MORAL Y SU DESARROLLO. Van a ser Piaget e Khlberg os que realicen os estudos profundos sobre o desenvolvimento moral do nio. Os estudos de Piaget com nios de corta idade, começando por a análise das regras do jogo social em lo que quer que seja obrigatorias para qualquer jogador normal. En una segunda etapa estuda a mentira infantil e o juicio que da mesma têm os nios de diferentes edades. Para Piaget, en el desarrollo moral se podem distinguir das fases: A fase de heteronoma moral, na que as normas e vêm no nicho impuestas desde fora. Em este estágio as normas morales, como forças reguladoras em si mesmo, que funcionam com independência do nô, o qual é o cumprimento da força, geralmente, da autoridade que representam. Acatarlas y executados com consigo recompensas incumplirlas castigo. A fase de autonoma moral, na qual o nio, despus de um período de internacionalização das regras, começam uma versão básica em critérios próprios e não em imposições exteriores. Piaget insiste em que a consciência de lo que é bom ou malo encontre as dificuldades da cooperação com os deputados. Lawrence Kohlberg, realiza a partir de 1955 investigaciones com chicos varões de edades compreendidas entre os 10 e os 17 e a classe social media y baja. De acordo com estes estudos e os testes realizados, Kohlberg conclye que o desenvolvimento moral se realiza a um longo prazo de seis estatutos secuenciais lgicamente, universal (validos para todo tiempo e cultura) e irreduções. Essas etapas ou estatísticas de criação para criação da organização do nicho com o entorno social. Los estadios son lineales, é decir formando uma sequência invariante em desenvolvimento de cada indivíduo, e não são acumulativos, já que ninguém pode pertenecer a um dos estados a uma vez. Cada uno de ellos es, pues, un todo estructural. Em um princípio os indivíduos principiantes asimilando as regras de conduta como algo que dependem da autoridade externa. Posteriormente perciben as regras como elementos indispensáveis para alcançar a recompensa de satisfação nas próprias necessidades. Em um terceiro estado, considere como um meio para a consecução da aprovação e por tanto a estimativa dos dems. Despues as regras se convierten em soportes de determinados rdenes ideales e finalmente se transformam em elementos articuladores de princípios sociais que se mostram como imprescindibles para poder viver ao lado de dems. CONSTRUIR DILEMAS MORALES Não é tarefa de confeccionar os dilemas morales, mas sim consulta o anlisis de dilemas, é imprescindível com a tarefa. Como ya hemos apuntado em outro lugar, continue com um plano global do projeto e seja necessário ter claros os valores sobre os que desejam a hora de selecionar o material. Dentro de este mbito tal vez mar imprescindible que o programa de discussão de dilemas morales se realice despus de gravado dedicado algn tempo para a tarefa de analizar e aclarar lo que son os valores, de tal moda e o alumno tem criterios para entender o contexto dentro Do qual se desenvolve a atividade. Há que ter em conta, tambin, a duração da experiência. Se você está procurando por um número, por favor, clique aqui para obter mais detalhes sobre o que você precisa. A losmiembros do grupo com o que se vai ao trabalho: idade, nível de conhecimentos, interesses da magia. O planteamento do dilema deve realizar-se de forma comprensível para eles. Apresentar a historia e escreverla bem como importantes para a compreensão e posterior discussão. Elementos de los dilemas. A discussão de dilemas não é uma terapia tática de grupos, por lo tanto, o foco de inters não deve estar centrado na vida dos sujeitos que participam da análise. O caso apresentado apresenta-se bem e deve diferenciar claramente as alternativas levantadas e su legitimidade. Debe aparecer muito claro o personaje principal, e você tem que escolher entre as opções: (A) o (B). Os sucessos devem ser centrados sobre questões de valor moral. O professor tem que estar seguro de que o dilema é entendido por os alunos e não é como, deve completar as explicações necessárias para que todos os asistentes tenham muito claro o feito sobre o que é um plantear o trabalho O planteamento do dilema deve terminar Sempre com perguntas do tipo: qu debedebera fazer X. com o objetivo de que aparezca de forma clara a obrigação moral do protagonista da história. É conveniente ter preparadas algumas alternativas ao desenvolvimento de cursos por si os alunos não captan el problema e o debate se torna impossível. Estas alternativas podem ser: Sencillas modificações o complicações do dilema planteado. Disponer de perguntas sonda (exploratorias) que permitan comprobar que se ha entendido o problemas planteados. Este tipo de câmeras é exibido quando o dilogo derrubar para as questões pouco relevantes, quando você está procurando por se preocupar com os perdedores. As questões que permitem a profundização na análise dos espetáculos. A hora de realizar a agenda de discussões. Que: Buscar dilemas es una trabalho que o professor deve realizar. Al plantear un dilema es conveniente sealar a fonte que tem inspirado: um livro, o periodico, uma pelcula, um suceso real. Esto pode servir de ajuda para os que possuem resolverlo. Tal vez seja possível fazer uma melhor composição do lugar e do mercado. Se os alunos se sienten implicados, su inters aumenta. No todos los grupos son iguales. Piensa em alunos do grupo ante o que for a ser levado: a idade, o nível de desenvolvimento dos conhecimentos, os interesses, a presença maioritária de um sexo e outro. Todo o dilema deve ser adaptado ao grupo. Uma história que do bom resultado em um grupo de alunos pode resultar poco inspiradora em outro. En el problema, deve-se ocupar uma pessoa central, que é o que deve escolher uma opcin. Este personaje não deve estar excesivamente alejado das possibilidades reais do imaginarias do grupo. O conflito sempre é moral. Se você está procurando por um produto, clique no botão "Iniciar sessão". Se o planteamento do dilema se acaba com a pergunta: Qu deve hacer. Se remarca el aspecto moral da solucin conflictiva. Debes evitar Los dilemas ambiguos, bem porque a historia carezca de inters, bem porque se usen palavras excesivamente tcnicas, o bien porque a história excesivamente complicada do mar. Que o conflito moralmente inicial pode ser oculto ao estar rodeado de outros conflitos cuyos elementos são muito importantes para o aluno. Converte a sesina em uma espécie de terapia de grupo. Na cada vez que cuenta su experiencia. Que el professor mar o que aporte as soluções o problema. Son los alumnos os que deveriam buscar as possíveis salidas do mesmo, e não esperam que o professor mar o que diga a ltima palavra. Los planteamientos maximalistas y porque s. Habr que insistir constantemente em que qualquer planteamento deve estar adornado e acompaado de oportunidades. Não há nenhum problema com o dilema na interação entre ciência e mídia. Ciencia e meios de comunicação em épocas inimaginais mundiais complementares, mas têm diferentes escalas de valores, metas, experiências, competências e fontes de informática. . O autor de este artculo analiza as interações que se produzem entre ciência e meios sugerem formas para prevenir as questões e soluções ante os dilemas que surgen no trato dos cientficos com a imprensa. A ciência e a mídia são às vezes mundos complementares, mas eles têm diferentes escalas de valores, objetivos, experiências, competências e fontes de informação. O autor do artigo analisa as interações entre a ciência e a mídia que ele sugere maneiras de lidar com questões éticas e soluções para os dilemas que surgem ao lidar com cientistas e imprensa. Para estabelecer o escenario de esta discussão, é importante considerar o significado da mídia de comunicados. Existem muitas mais coisas que você pode encontrar com este denominador. En lo relacionado a este artculo, consideraremos que meios de comunicacin se refieren a los reporteros profissionais, esto é, o grupo de pessoas que trabalham em peridicos, revistas, rádio, televisão e outras industrias da comunicação, buscando noticias e mostrndoselas ao pblico. En este grupo se incluem os periodistas que escreram em The New York Times, Time Magazine, Science News. E os serviços de rádio, como como os reporteros que trabalham para a Rede de Notícias do Cabo, as emissoras de rádio pblicas, ABC146s Nightline, série PBS NOVA, etc. Este grupo não inclui os colunas, articulistas de opinião, escritores de ensayos e relatos Ya otras pessoas que não são o que chamamos reporteros profesionales. Los periodistas que cubren as noticias por parte de organizações com um objetivo explícito poltico, econmico, filosófico ou religioso, como os escritores da Sociedade Humana, Greenpeace, a Red de Emisoras Christian Broadcast Network o las tertulias de rádio conservadoras e os comissionados de las Relações públicas de empresas internacionais abrangidas pelo grupo de reporteros profissionais. Este artculo se centrar nos reporteros, porque este grupo tem como principal objetivo a transmissão das noticias ao pblico. Existen outros grupos que tambin podem transmitir as noticias, mas têm outros objetivos, polticos, religiosos, o de entretenimiento, que fazem para o mundo inteiro, muito diferente do que oficialmente têm os meios de comunicador informativos profissionais. Cisjordanos, outras pessoas muito interessantes para a ciência, sem dúvida, mas com vistas, simplificam e tornam a breve a discusin no los aspectosemos aqu. Como assim, é o que é convidada e é periodista e reportero profissional Um reportero é alguém que informa sobre as notícias e um reportero profissional é alguém que realize este trabalho profesionalmente. Uma empresa que tem um sistema de formação e educação para as pessoas (1) aporta bienes y servicios a la sociedad 2) tem unos valores de competencias 3) tem sistemas de integridade (o tica profesional) 4) tem um sistema de formação e educação para as pessoas Que acceden a la profesin 5) tem algn modo de certificar o estado profissional de seus membros, licenças, diplomas universitários em outros meios (Bayles, 1988). Não é necessário um trabalho profissional para o trabalho por que você considere como tal, mas a vida de profissionais vivendo de trabalho. Los reporteros profissionais aportan informacin y noticias a la sociedad. Tienen un importante papel como tradutores e intermediários entre o pblico e o resto do mundo (Lippmann, 1946). Embora sejam as notícias, os periodistas, em su mayor parte, informante de lo ocurrido no mundo, não crian as noticias. Os valores periódicos da concorrência especificam as características e requisitos que devem darse para informar da uma noticia. Os periodistas passam por perito de educação e formação, e consiguem diplomas superiores ou universitários que certificam seu estado profissional. Os periodistas, como os cientficos, têm alguns valores de conduta (o tica profissional) que fornecem as guas do comportamento que se espera para os membros da profissão. Estes valores se podem descrever em trminos de princípios gerais, ticos (o morales), ou definirse como metas do periodismo. Por exemplo, o dever de respetar a vida privada se pode justificar em trminos de dever general o moral de respetar a autônoma pessoal e não atacar a la gente, e pode justificarse tambin em funcin do objetivo periodtico de cubrir as noticias, Viola a intimidade, se pode produzir uma reação de enfriamento nas fontes de informacão, que queren ver protegida su intimidad (Meyer, 1987). A próxima lista mostra os princípios da conduta do período profissional (Klaidman y Beauchamp, 1987 Meyer, 1987): 149 Objetividad. Informar de las noticias objetivamente. 149 Precisin. Informe con precisin. 149 Valor informativo. Cubrir as noticias que aporten informacin. 149 Privacidade. Los periodistas devem respeitar a privacidade de sus fontes. 149 Responsabilidad social. Os periodistas têm o dever de informar o pblico sobre os assuntos de inters social por el bien de la empresa. 149 Libertad. Os periodistas têm direito de informar de todas as notícias que são aptos para o publicacin sin miedo a censuras. Os periodistas têm outros princípios e valores adems de los aquila, sem dúvida, mas são discutidos para o discurso simples. Se impone um breve comentário sobre alguns desses princípios antes de seguir adelante. Debera tomarse em consideracin que não todos os periodistas de todos os passes se aderir ao critério de objetividade, colocar a imprensa, em dictaduras como Iraque ou repblicas com restrições de segurança, como Israel, a menudo tem una funcin propagandstica. Incluso en Estados Unidos, a objetividade pode verse afectada em pocas de guerra a emergência nacional (McArthur, 1992). Aparte de estas considerações, devemos entendo a objetividade no periodismo sem significar o mesmo que a objetividade na ciência. A objetividade periodtica exige que os periodistas atentos aos diferentes aspectos do tema, inclusive se for caso disso de uma questão de menoritária (o errnea) (Newman, 1982). A objetividade tambin é necessário para os periodistas, não tem uma opinião sobre as notícias, que têm um ponto de vista neutro e não incluem comentários da opinião no redacinto da noticia. (Unidade de ferramentos da objetividade periodística é que, de fato, pode contribuir com um desinformar o pblico sobre a ciência, além de discussão adiante.) A objetividade cientfica consiste em seguir o mtodo cientfico. Uma das bases de este método é a presunção de que a ciência e o saber do domínio pblico: não se trata de informações pessoais e pessoais de um cientfico (Ziman, 1984). Los mtodos cientficos son pblicos em lo que é que os experimentos cientficos deberan poderse repetir, que os dados não se devem manter em secreto, que as regras da vida e a estadstica filho impersonales e apolíticas e que as hipéticas cientficas devem poder aprobar o exame del Escrutinio pblico. O sistema de revisão por pares da ciência é a materializacin institucional de estes mtodos de ampliar o conhecimento. Los cientficos confiam em que sus mtodos objetivos fornecem resultados que são independentes de pensamentos, creencias, ideologas o rasgos pessoais das pessoas que levam um cabo aos experimentos cientficos. A velocidade da luz é de 300 000 kilmetros por segundo, e o esto é um fato que não depende para nada de quinche descubra. La luz seguira viajando na mesma velocidade, quando os seres humanos não hubieran existido nunca. La precisin en el periodismo profesional obliga a que los periodistas usen fuentes fiables, que não alteren citas, que apresentam os resultados sem distorsionarlos, e que saquen conclusiones lgicas (Klaidman y Beauchamp, 1987). Os periodistas que não cumprem os critérios de precisão nas notícias podem considerar-se descuidados, irresponsáveis, incompetentes ou pouco ticos. Desgraciadamente, los periodistas em muitos casos, não consiguem uma ideia precisa dos temas cientficos que tratan, e mais tratar de fato. Quais são as questões mais valiosas e inexplicadas Existen diferentes respostas, mas as três ms convincentes são: o valor social de um artculo su inters para el pblico e su adequacin temporal. Não é bem-vindos a pessoas interessadas e informadas sobre o tema (Morson, 1988). Por exemplo, os reportagens sobre as fusões comerciais ou os movimentos nas leis sobre o emprego a menudo têm as implicações sociais tremendas mesmo quando não são portadas de peridicos. Un artculo pode ser de inters para o pblico sencillamente porque oferece o pblico a informacin que quer saber (Morson, 1988). Las noticias sobre celebridades e esportes se enquadran nesta categoria. Y por supuesto, muitos artculos têm valor social e tambin responden al inters pblico. Por ltimo, o tempo ejerce un papel muito importante na determinação de tipo de notícias se consideram com valores informativos: os sucessos e avanços na mora dos casos se consideran de prefeito valor informativo que as noticias de ayer o procesos De desarrollo lento (Halberstam, 1987). A responsabilidade social é baseada no papel de meios de comunicação como quarto poder. Os periodistas desempenham um papel primordial em nosso sistema de verificações e equilíbrios e ajudam a evitar os mais novos poderes (o legislativo, o executivo e o judicial) adiantan demasiada fuerza, se corrompan o se vuelvan tirnicos (Lippmann, 1946 Mill, 1947, Meyer, 1987). Os reporteros podem considerar os mesmos como guardiões periciais ou guardianes do interespúbilo quando se identificam com esta funcin en particular. Antes de acabar esta discusin sobre a tica dos meios, deveríamos observar que, a veces, alguns dos estes podem entrar em conflito. Por exemplo, a preocupação pelo valor informativo pode entrar em conflito com a objetividade ou a precisão quando periodista analiza os hechos buscando uma história interessante e a responsabilidade social pode entrar em conflito com a objetividade quando uma periodista da una visin parcial da noticia Al intentar exponer um caso de corrupção quando a constância dos objetivos humanos sem ter em gran consideracin sus consecuencias sociales. La tica da ciência Daremos por sentado que os lectores de este artístico estão familiarizados com os estndares ticos do inquérito cientfica, do modo que falamos de eles slo brevemente. Si consideramos a ciência uma profissão cujo objetivo principal é o desenvolvimento do conhecimento (o de hipecas justificadas e coerentes), a tica cientfica, como a tica do periodismo, tambin tem uma base baixa: a conduta responsável na ciência se pode justificar em trminos De estndares gerais, ticos (o morales) e trminos de objetivos cientficos (Resnik, 1994 Comitê de Ciência, Engenharia e Políticas Públicas, 1995). Por exemplo, a deshonestidad é antitica na investigacin cientfica porque viola os estndares morales e porque coloca trabas a la bsqueda de la verdad (Resnik, 1994). Uma continuação apresenta uma lista de princípios de tica cientfica (Resnik, 1994): 1. Honestidad. Nenhum cometer fraudes cientficos, esto es, não inventar, modelar, disfrazar, alterar, destruir o representar de forma equvoca los datos. 2. Precaucina. Esforzarse por evitar os erros provocados por o descuido ou a falta de atenção em todos os aspectos do trabalho cientfico. 3. Libertad intelectual. Los cientficos deberan poder trabalhar em busca de novas ideias e críticas de outras empresas. Deberan ter liberdade para realizar investigações que considerem interessantes. 4. Apertura. Compartir dados, resultados, mtodos, teoras, equipamentos, etc. Permitir que a gente possui o próprio trabalho, estar aberto a las crticas. 5. El principio do crdito. Não plagiar o trabalho de outros cientficos, dar crdito em caso de que se merezca (mas não em casos que no lo merezcan). 6. Responsabilidad social. Anticipar as consequências da investigação e do ser responsável de suas comunidades. Experimente os perjuicios ao pblico e promova o bem-estar social a travs da investigação. Ms adelante veremos cmo podem surgir alguns problemas ticos e dilemas quando a tica cientfica entra en conflicto com a tica do periodismo nas interações entre ciência e meios de comunicação. La interacção entre ciência e meios de comunicação A ciência e os meios de comunicacao interagem quando os periodistas profissionais fazem pblicas noticias sobre ciencia. A ciência tem valor informativo em todos os casos de custódia (Nelkin, 1987). Ademais de relatórios sobre os resultados da investigação, os meios de comunicação social, os meios de comunicação social, as subvenções, as restrições na investigação, os direitos de propriedade e de patentes, etc. Si pensamos na ciência Como uma fonte primária de informacão sobre o mundo, os meios de comunicação, as fontes de informação do informador no momento em que transmite a informacin al pblico. (A ciência e os meios podem interagir de um modo muito diferente quando alguma disciplina cientfica, como a psicologia, a economia da sociologia, o período como o objeto de estudo, mas nesta arte sem tratamentos deste tipo de interação). Periodistas profissionais podem reunir informacin cientfica de muchos modos. Entre os pontos de contato entre ciência e meios de comunicação estão nos próximos. 149 Conferencias de prensa. Existe várias razões pelas quais os cientficos buscan a atenção dos meios. Em primeiro lugar, pode considerar que é um descobridor e é importante para você. Os investigadores mdicos a menudo disponem de notícias urgentes que podem ser de vital importância para prevenir vidas ou doenças para melhorar a saúde humana. Em segundo lugar, pode querer impressionar o pblico com seus resultados em uma força por aumentar o apoio pblico à ciência em geral ou a uma iniciativa de investigação. Las imgenes del cometa Shoemaker-Levy no eran urgentes ni vitales (no se habra muerto nadie si se hubieran retrasado unas semanas), pero foram muito azulejos como ferramenta de relações públicas. Em terceiro lugar, alguns cientficos podem querer dar um resultado para a imprensa para estabelecer prioridades. Se você está procurando por um telefone, clique no botão "Baixar" "" "" "" "" "" "" "" "" "" "" "" "" "" "" "" "" "" "" "" "" "" "" "" "" "" "" "" Em muitas reas de investigação, a prioridade se ve ligada a os incentivos económicos, o que é para patentar o invento se deve estabelecer o original. Sê de grupos de pesquisa em pesquisa com o objetivo de completar o mesmo, a patente pertencente ao grupo que pode demonstrar ter prioridade. 149 Comunicados de imprensa. Son outra forma freqüente e menos espectacular de busca da atenção dos meios. Muy a menudo as instituições de investigação, como as universidades e laboratórios industriais, distribuidores de comunicados com objetivos relacionados com as relações públicas. Um cientfico que faz uma importante descoberta pode potenciar a imagem pblica de su institucin e contribuir para a institucin encuentre apoios e subvenções. No caso da investigação industrial, os comunicados de imprensa tambem podem servir como ferramentas de marketing preliminares que ajudem a determinar a utilidade do produto antes de chegar ao mercado. 149 Entrevistas. Proporcionando um formato que pode resultar muito eficaz para a comunicação de informacão cientfica a los medios. Se você pode realizar por telfono, en persona y a veces, por correo electrnico. Durante muitos atos entrevistados, foi o elemento essencial de um reportagem e papel em papel primordial em artculos sobre ciencia. 149 Congresos cientficos. Os especialistas periodísticos são peridicamente os mais importantes, como as reuniões anuais da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS) e as conferencias internacionais anuais sobre a investigação contra o sida. Por outra parte, a vezes aparece em congresos cientficos que atraen uma menor atencin. Por exemplo, a queja de muitas pessoas em relacão com a clonação de embriões humanos começou quando os periodistas se enteraram de estas experiências em uma reunião relativamente pouco importante da Sociedade Americana de Fertilidade (Kolata, 1993). 149 Resmenes de los artculos de diarios, livros o publicaciones. Por ltimo, los periodistas podem recoger informacin cientfica del mismo modo em que outros cientficos comparem informacin entre eles: podem leer revistas profissionais e livros cientficos, e podem reunir informacin cientfica buscando na Internet. Los periodistas com cierta frequência escribem artculos sobre descubrimientos que aparecem em revistas cientficas ms prestigiosas, como Nature. Science y the Journal of the American Medical Association (JAMA). Todos estes mtodos diversos de reunir informacin cientfica podem plantear a los cientficos algumas questões ticas difciles, e falaremos de ello no próximo apartado. Alguns problemas, tiques e dilemas da interação, entre ciência e meios de comunicação. Conferências de imprensa O principal problema de conferências de imprensa é que, a veces, os cientficos informados de resultados a los meios antes de esses resultados foram confirmados por outros Cientficos. O resultado é o descobrimento revelado nas conferências de imprensa, que pode ter graves consequências para a ciência e para o pblico. A imagem da ciência e do trabalho, quando descobriu os descobridores, a luz e prisas resultan ser errneos. Há que encontrar os conhecimentos e a erosão da confiança do pblico na ciência. El fiasco da fusão de um problema perfeito para este problema. Os dos cientficos que descobriram a fusão, Stanley Pons e Martin Fleishman, celebraram uma conferência de imprensa em 23 de março de 1989 para anunciar o descobrimento antes de sua verificação. A principal motivação de esta conferência era estabelecer uma prioridade de modo a ser patrocinador, a Universidade de Utah, puder obter as patentes de sus inventos. Em todos os lados, o anúncio do asombroso, os cientficos tentaram replicar os experimentos de fusão do pecado. Segn se vio, a fusão do resultado é um caso clsico de irresponsabilidade e autoengao da ciência (Huizenga, 1992). Uma das lições que aprendem os cientificos da fusão e os pesquisadores têm a obrigação de comprobar o trabalho por meio de notificações de resultados anunciados nos meios de comunicação. De facto, alguns revistas se niegan a aceitar artculos que contengan resultados que já foram publicados em meios de comunicação. O principal objetivo de esta poltica es animar a los cientficos a que no se salten o sistema de revisão por pares que se publica os resultados anteriores em meios. No obstante, alguno podra desafiar esta poltica alegando que, a veces, los cientficos tienen buenas razones para presentar los resultados a los medios antes de confirmarlos completamente, puesto que las consecuencias sociales de alguna investigacin pueden ser tan importantes que el pblico necesite conocer la investigacin lo antes posible. Si el descubrimiento puede salvar vidas, por qu dejar que la gente se muera mientras los pares revisan el experimento De este modo, aunque los cientficos no se saltan el proceso normal de revisin por pares en la mayora de los casos, puede haber alguna circunstancia en la que la responsabilidad social empuje a los cientficos a presentar sus resultados a la prensa antes de que su trabajo se haya sido confirmado mediante una detallada revisin. La mayora de congresos cientficos estn abiertos al pblico y los cientficos deben ser conscientes de que puede haber periodistas en ellos. No obstante, esto puede crear algunos problemas para los cientficos. En primer lugar, supongamos que un inmunlogo quiere presentar un trabajo preliminar en un congreso. Presenta su trabajo preliminar para adquirir un feed-back y las crticas necesarias antes de publicar su trabajo o continuar su investigacin. No quiere que su trabajo salga a la luz todava, puesto que no ha sido confirmado, y no quiere desorientar a sus pares ni al pblico. Debera poder evitar que los medios informaran de su trabajo Debera poder presentar su trabajo en una sesin cerrada del congreso cientfico Un segundo asunto planteado por la presencia de periodistas en los congresos cientficos es la cuestin de si los resultados presentados en estos congresos, a los que asisten periodistas, no deberan publicarse en los peridicos. Si un periodista escribe un reportaje sobre parte de una investigacin cientfica basndose en lo que oye sobre la investigacin en un congreso cientfico, cuenta como publicacin previa en los medios Este tipo de publicacin previa en los medios no es la misma que el caso en que se convoca una conferencia de prensa, puesto que los cientficos que presentan resultados en los congresos no pretenden saltarse el proceso de revisin por pares. En cualquier caso, pueden producirse algunos resultados desafortunados para la ciencia y para la sociedad cuando la prensa consigue acceder a investigaciones que no se han sometido a la revisin por pares. Como sera antidemocrtico y segregacional prohibir el paso a la prensa en los congresos cientficos, no hay respuestas sencillas a estas cuestiones. Estas cuestiones surgen del dilema entre el derecho del periodista a recibir informacin y el principio de apertura de la ciencia, y el derecho del cientfico a proteger las investigaciones preliminares y sus responsabilidades, y existen argumentos convincentes en ambas posturas. Aunque los periodistas tienen derecho en general a acceder a la informacin para informar al pblico, deben actuar bajo su propia discrecin cuando invaden la intimidad. Los periodistas revelan continuamente informacin privada y la sacan a la luz, pero la invasin de la intimidad requiere una justificacin convincente y de peso. Si la investigacin es de gran valor para la sociedad, los periodistas pueden tener un buen argumento para no respetar la intimidad (Klaidman y Beauchamp, 1987). Aunque los cientficos siguen un principio de apertura, tambin pueden tener argumentos slidos para no permitir a los periodistas acceder a la informacin sobre las investigaciones en curso para proteger su reputacin y evitar causar perjuicios a la ciencia y al pblico (Bok, 1983). Prcticamente todos los que hablan con la prensa tienen miedo de que lo que han dicho sea reproducido errneamente o fuera de contexto y los cientficos comparten esta preocupacin (Nelkin, 1995). El principio de precisin del periodismo profesional implica que los reporteros deberan procurar hacer uso de una precisin mxima a la hora de citar a los cientficos, pero los periodistas, a veces, no cumplen en la prctica el concepto terico. Muchos cientficos se niegan a hablar con periodistas tras haber sido citados errneamente una vez antes. Pero los cientficos tienen la obligacin de cara a la ciencia y de cara a la sociedad de hablar con la prensa, puesto que la cobertura meditica de la ciencia puede potenciar el apoyo del pblico a la ciencia y puede revertir en importantes resultados para la sociedad. Por esta y otras razones, la frase no comment casi nunca es una respuesta apropiada ante una peticin de entrevista. Pero decir muy poco a la prensa puede ser casi tan perjudicial como no decirles nada, si las pocas palabras que se dicen son citadas fuera de contexto o errneamente. El mejor modo que tienen los cientficos de evitar que se les cite errneamente o fuera de contexto es cooperar con los medios y conceder entrevistas amplias y en profundidad. Las entrevistas dan la oportunidad a los cientficos de explicar las teoras y los conceptos abstractos, los experimentos y los procedimientos tcnicos. Los cientficos pueden subrayar sus ideas clave, interpretarlas y situarlas en un contexto ms amplio. Al educar e informar a los medios, los cientficos aumentan la probabilidad de que sus resultados se entiendan y se representen adecuadamente y pueden estar ms seguros de que no se citarn fuera de contexto. Siempre pueden producirse errores periodsticos, por supuesto, pero aun as los cientficos tienen la obligacin de intentar minimizar los errores. Por ltimo, deberamos mencionar que algunos cientficos, como Carl Sagan, han usado los populares medios para educar al pblico sobre la ciencia. Los cientficos que pueden explicar los conceptos y teoras cientficos a una audiencia de no especialistas merecen ser felicitados por sus esfuerzos por tender un puente entre la ciencia y el pblico. Desgraciadamente, el mundo cientfico no dispone de suficientes grandes comunicadores y la imagen pblica de la ciencia sufre de una falta de comprensin cientfica por parte del pblico (Nelkin, 1995). Existen varias razones que explican por qu la comunidad cientfica est falta de cientficos como Carl Sagan. En primer lugar, para ser un buen cientfico se necesita dedicar una gran cantidad de tiempo a la investigacin, la enseanza y otras actividades profesionales, y esto deja poco tiempo para la educacin del pblico. En segundo lugar, como el xito en ciencia exige que los cientficos adquieran una gran cantidad de conocimientos de una disciplina especializada, puede que ello limite el inters que podran desarrollar por otras disciplinas humansticas o por el desarrollo de capacidades comunicativas. Para comunicarse con el pblico, los cientficos necesitan saber apreciar las humanidades y deben saber cmo hablar a la gente de la calle. En tercer lugar, hay algunos cientficos que de hecho condenan a la gente como Sagan por diversas razones, desde la intolerancia a la envidia o la soberbia. Estas actitudes prevalecen en muchas disciplinas acadmicas, pero pueden tener efectos destructivos. Los academicistas que consideran su trabajo tan profundo e importante que opinan que no deben rebajarse a compartirlo con el pblico se arriesgan a volverse irrelevantes, esnobs, habitantes de una torre de marfil. Por ello, hay buenas razones para animar a los cientficos a que sigan el ejemplo de Sagan, en vez de criticarlo. Anlisis de artculos de revistas y libros por parte de los medios Como los medios de comunicacin a menudo informan basndose en publicaciones cientficas, los cientficos deberan ser conscientes de que su libros, artculos y comunicaciones electrnicas pueden ir ms all de la comunidad cientfica y alcanzar al pblico general. La revolucin informtica y meditica hace que sea ms fcil que nunca para los no especialistas acceder a publicaciones especializadas, puesto que los buscadores, sistemas de indexacin, servicios de fax y otras tecnologas hacen ms fcil encontrar y acceder a la informacin cientfica. Aunque los artculos que aparecen en revistas especializadas poco conocidas son ms seguros que las presentaciones en congresos de gran popularidad, los cientficos deben darse cuenta de que su trabajo puede ser ledo o estudiado por cualquiera. Ello no debera limitar la creatividad cientfica y la libertad de expresin, sino que debera dar a los cientficos algunas razones para interpretar y explicar sus ideas con cierto detalle, puesto que los lectores no especialistas podran no entender los conceptos, mtodos o implicaciones de una determinada investigacin. Tambin puede ser que los editores de revistas tengan que revisar las polticas que presuponen que los lectores no precisan de grandes explicaciones para la interpretacin de hiptesis, mtodos y teoras, puesto que estas polticas se basan en la idea de que todos los lectores comparten cierto conocimiento de base comn sobre el campo. La incomprensin de la ciencia por parte del pblico Aunque la intencin de este artculo no es la de culpar a los medios de comunicacin de los problemas ticos y dilemas de la interaccin entre ciencia y medios, algunos de estos problemas s tienen su origen en el hecho de que los medios no contribuyan a que el pblico entienda la ciencia. Estos problemas no son fciles de evitar, puesto que la ciencia, por su propia naturaleza, es en muchos casos difcil de entender, y mucha gente de la calle sabe muy poco sobre ciencia y no tiene ninguna intencin de aprender ms. Es ms, como los periodistas profesionales no son cientficos profesionales, y como la industria periodstica sobrevive a base de maximizar los beneficios, existen algunas limitaciones fundamentales en el periodismo cientfico que pueden tener un impacto negativo en la cobertura meditica de la ciencia. En el mejor de los casos slo podemos minimizar estos impactos negativos. Pero antes de poder hacerlo, debemos entender cmo pueden aparecer. La percepcin de las demostraciones cientficas por parte del pblico La confirmacin en la ciencia pocas veces es definitiva y nunca instantnea. Las teoras y las hiptesis cientficas se confirman o se desmienten basndose en un contraste minucioso de las pruebas, que normalmente aparecen fragmentadas. Las nuevas pruebas pueden apoyar o derrumbar una teora o hiptesis, pero ningn dato particular demuestra o desmiente en absoluto una teora o hiptesis (Popper, 1963 Ziman, 1984). Prueba en ciencia no significa certeza o verdad absoluta, sino slo prueba relativa a un cuerpo de pruebas determinado. Esto no implica, por supuesto, que las teoras e hiptesis cientficas no tengan ningn apoyo en absoluto, puesto que tenemos muy buenas razones para creer que la Tierra no es plana, que los dinosaurios existieron y que el DNA contiene informacin gentica. Pero el pblico muchas veces no entiende la naturaleza de confirmar o rebatir en ciencia, y los medios de comunicacin pueden perpetuar esta falta de comprensin (Nelkin, 1995 Wilkins y Paterson, 1991). Las noticias que empiezan con frases como los cientficos afirman o segn los cientficos pueden llevar a error al pblico, que puede pensar que las afirmaciones que siguen a estas frases son una verdad absoluta. Muchas de las personas que no entienden la ciencia o que no pueden valorar un mtodo cientfico otorgan autoridad a la ciencia (Ziman, 1984). Las personas de la calle que no consideran que la ciencia sea el rbitro de la verdad pueden depositar una confianza exagerada en la ciencia, debido a que no comprenden el sentido de las confirmaciones cientficas. Los debates sobre la extincin de los dinosaurios ilustran cmo puede depositar el pblico demasiada confianza en las teoras cientficas. La hiptesis de la extincin por un asteroide fue una hiptesis muy atractiva que se ha convertido en un dogma virtual en slo una dcada. La idea de que el impacto de un asteroide pueda haber matado a la mayora de los dinosaurios se granje la aceptacin pblica cuando los gelogos encontraron una capa de iridio (un elemento normalmente detectado en los asteroides) en sedimentos de hace 65 millones de aos de todo el mundo. El pistoletazo de salida de esta hiptesis fue el descubrimiento de rastros de un impacto de asteroide en la pennsula del Yucatn. Hoy da, los libros para nios, los libros de ciencia para un pblico amplio, los programas de televisin, las pelculas y los museos cientficos presentan la hiptesis del asteroide como la verdad no confirmada de lo que sucedi a los dinosaurios. El pblico tambin comete el error contrario. Cuando alguien debate o critica una hiptesis importante, el pblico puede considerar esta hiptesis no probada o incluso rechazada, aun cuando la mayora de los cientficos aparentemente la acepten. Los ejemplos de hiptesis y teoras que no estn demostradas a los ojos de mucha gente abundan: por ejemplo, importantes polticos y personajes pblicos han negado que exista una relacin entre el tabaco y el cncer de pulmn. De qu forma contribuyen los medios de comunicacin a la malinterpretacin de la confirmacin o el rechazo en ciencia Muchos periodistas s se preocupan de mostrar la importancia de los descubrimientos cientficos en sus artculos, pero incluso los artculos bien escritos pueden ser malinterpretados, especialmente cuando los directores retocan las noticias, tema del que hablaremos ms adelante. De momento, deberamos hacer una mencin sobre el hecho de que la gente en muchos casos ve lo que quiere ver u oye lo que quiere or. Este fenmeno, a menudo, se traduce en un sesgo voluntario para buscar la confirmacin: tendemos a buscar pruebas que confirmen las cosas que ya estamos predispuestos a creer (Stocking y Gross, 1987). De este modo, cuando el pblico no quiere creer una hiptesis o teora cientfica, recibir con menos reparos cualquier crtica de la hiptesis que la invalide en el caso opuesto, cuando quieren creer una teora o hiptesis, se aferrarn a cualquier prueba de apoyo como demostracin. Paradjicamente, la tica de la objetividad de los medios puede fomentar la malinterpretacin de las demostraciones o desacreditaciones en materia cientfica, puesto que un periodismo objetivo requiere que los medios presenten ambas caras de un tema, aunque una de ellas represente a una pequea minora. Un resultado de la objetividad periodstica es que en muchos casos el pblico percibe una separacin igualitaria en el debate y no entiende por qu los cientficos aceptan determinadas hiptesis o qu es lo que las hace vlidas o invlidas. Otro resultado de la objetividad en el periodismo es que los periodistas pueden contribuir al sesgo intencionado reforzando las ideas que el pblico est ms dispuesto a creer, aunque esas ideas tengan muy poco fundamento. Cmo entiende el pblico las estadsticas En los ltimos 20 aos, una gran cantidad de investigaciones psicolgicas han demostrado los errores que comete la gente en el razonamiento estadstico (Stocking y Gross, 1987 Wilkins y Paterson, 1991). En primer lugar, los estudios han demostrado que muchas personas otorgan una mayor credibilidad a las pruebas de apoyo ms chocantes y anecdticas que a las estadsticas bien documentadas (Nisbett y Ross, 1980). Los que se fan de las ancdotas pueden cometer la falacia estadstica conocida como generalizacin imprudente al formarse una idea a partir de unos pocos casos (Kahane, 1980). Los periodistas pueden contribuir a alimentar este problema informando de sucesos sensacionales en vez de mostrar las aburridas estadsticas. En segundo lugar, en las investigaciones se ha observado que mucha gente tiene una percepcin errnea del riesgo (Stocking y Gross, 1987 Wilkins y Paterson, 1991 Slovic, 1986). Las estadsticas de accidentes muestran que es ms seguro volar en avin que ir en coche, y sin embargo mucha gente considera que volar es muy peligroso. Las estadsticas tambin demuestran que el uso del cinturn de seguridad reduce espectacularmente las probabilidades de morir en un accidente de coche, y sin embargo mucha gente considera que no llevarlo puesto no supone un gran riesgo. La percepcin errnea de los riesgos tambin puede provocar discriminacin y prejuicios hacia las personas con enfermedades contagiosas, como el HIV. El problema de la interpretacin errnea de los riesgos tambin est relacionado con el problema del razonamiento anecdtico en el sentido de que muchas personas se forman una opinin sobre los riesgos basndose en ejemplos memorables en vez de basarse en datos estadsticos (Slovic, 1986). Slo hace falta dar una gran publicidad al caso de una persona que haya contrado el HIV a travs de una enfermera para que mucha gente sobreestime el riesgo de infeccin del HIV por contacto con personal clnico. En tercer lugar, el pblico tampoco entiende bien las correlaciones, los errores de muestreo, la significancia y otros conceptos bsicos en estadstica. Por ello, pueden sacar conclusiones rpidas basndose slo en alguna correlacin poco consistente, puede que no entiendan el margen de error de una encuesta de opinin y puede que no comprendan cmo se deben interpretar las encuestas y otras estadsticas. Dados los errores de interpretacin de las estadsticas y la importancia que tienen en la toma de decisiones polticas, tanto los cientficos como los periodistas profesionales tienen el deber de informar y educar al pblico sobre los datos estadsticos de forma que la gente de la calle pueda tomar decisiones con conocimiento de causa (Slovic, 1986). Lamentablemente, la prensa puede contribuir a que el pblico perciba de forma errnea las estadsticas vendiendo las noticias. Un anlisis estadstico cuidado resulta ser como una noticia poco interesante y, en cambio, los ejemplos escogidos y llamativos venden y atraen a las audiencias. La proliferacin de news shows de televisin puede exacerbar este problema, puesto que el medio televisivo se presta a mostrar ejemplos y casos extremos y dramticos. Los errores en la interpretacin de la ciencia A menudo, el pblico considera que las teoras, modelos, hiptesis, conceptos y mtodos cientficos son abstractos, tcnicos, crpticos y desorientadores. La ciencia sobrepasa con mucho el sentido comn y las formas habituales de pensar y de hablar de la gente. Los periodistas deben encontrar algn modo de presentar el mundo de la ciencia al pblico de forma inteligible. En muchos casos la prensa (y los cientficos) deben simplificar o bajar el registro de la ciencia para que la gente los entienda. Pero muy frecuentemente se pierde en la traduccin o se malinterpreta algo durante el flujo de informacin que va de la ciencia al pblico (Nelkin, 1995). Por ejemplo, el pblico no tiene una idea clara de lo que implica la palabra cncer. Existen muchos tipos de cncer, desde formas benignas a terminales segn la diferente gravedad. Pero muchas personas no lo entienden, y se encogen aterrorizadas ante la mera mencin de la palabra. La teora del caos tambin se ha abierto paso en el habla popular y mucha gente etiqueta todo tipo de fenmenos como caticos. Las personas no relacionadas con la ciencia han utilizado la palabra caos para describir aspectos de la poltica, de los deportes, del crimen, de la guerra o del universo en general. El problema con esta falsa interpretacin es que caos tiene un significado muy especfico en las ciencias que estudian las teoras del caos, y en muchos casos no tiene nada que ver con la interpretacin popular de la palabra. Pero la gente utiliza la palabra y cita su relacin con las teoras cientficas sin entender siquiera lo que significa la palabra en esas teoras determinadas. Otros trminos tcnicos que se usan errneamente con frecuencia son paradigma, salto cuntico, genes y especie. Adems de la interpretacin errnea de las ideas y trminos cientficos, la gente malinterpreta las recomendaciones y conclusiones cientficas. Cmo podemos evitar estas interpretaciones errneas sobre la ciencia Al igual que en el caso de los otros problemas sobre incomprensin de la ciencia, la educacin es la clave para superar las dificultades de comunicacin. As, los periodistas y los cientficos tienen ambos la responsabilidad de educar e informar al pblico para evitar malas interpretaciones y aplicaciones errneas de la ciencia. En un apartado posterior de este artculo hablaremos de un mtodo diferente para resolver los problemas de comunicaciones, la estrategia de simplificar y suavizar los resultados y las recomendaciones. Fuentes no dignas de confianza Para evitar errores, imprecisiones y conclusiones errneas, los periodistas deben obtener sus noticias de fuentes de confianza. No es siempre fcil determinar si una fuente de informacin es fiable y a un periodista le lleva aos de experiencia desarrollar su capacidad para valorar la fiabilidad de las diferentes fuentes. Este es tambin el caso en el periodismo cientfico: para ofrecer noticias coherentes sobre ciencia, los periodistas necesitan determinar la fiabilidad de los cientficos como fuentes de informacin. Aunque normalmente a un periodista no le resulta difcil encontrar fuentes fiables, pueden surgir diversos problemas a la hora de determinar la fiabilidad de las fuentes. Un problema es la prevalencia de ciencia marginal. Aunque suelen existir diversas posiciones sobre una misma cuestin cientfica, tambin hay posturas extremas. Los periodistas deben poder determinar si un punto de vista est tan en la frontera de la ciencia que no se deba incluir en un artculo cientfico. Aunque los periodistas tienen que usar su propia discrecin a la hora de publicar noticias de ciencia marginal, tampoco sera correcto hablar slo de la ciencia ms tradicional, puesto que la mayora de las hiptesis y teoras cientficas se consideraron en un principio marginales. La presencia de ciencia basura o pseudociencia presenta un problema mucho ms serio para los cientficos y los medios de comunicacin, puesto que la ciencia basura tiene todos los elementos estticos de la ciencia real tiene estilo sin sustancia y retrica sin base cientfica. Entre los ejemplos de la ciencia basura se incluyen la astrologa, la investigacin sobre la fusin fra, la ufologa y una larga lista. Aunque la mayora de la gente est de acuerdo en que se puede distinguir entre ciencia autntica y ciencia basura, esta ltima no es fcil de definir y es poco probable que podamos desarrollar una serie de criterios incontrovertidos que nos permitan detectar la ciencia basura, puesto que muchas ciencias legtimas han empezado de forma no cientfica (Ziman, 1984). No obstante, los siguientes criterios pueden servir como base aproximada para distinguir entre la ciencia basura y la ciencia autntica: 1) La ciencia basura no avanza progresivamente (Thagard, 1978). 2) Los cientficos basura no realizan un esfuerzo sincero por tratar problemas y anomalas significativos (Thagard, 1978). 3) La ciencia basura no es comprobable (Popper, 1963). Aunque muchas ciencias legtimas pueden coincidir con alguno de estos criterios, las ciencias basura coincidirn en la mayora. Los cientficos basura presentan un problema serio para la ciencia, los medios y la sociedad, porque sus alocuciones y escritos a veces encuentran quien los tome en serio. Como a menudo es difcil reconocer la ciencia basura (los cientficos basura parecen cientficos autnticos), sta puede influir en las decisiones judiciales y los problemas legales, las polticas de gobierno y las elecciones de los consumidores. La ciencia basura puede tener impactos sociales muy adversos, como cuando se condena a alguien basndose en testimonios expertos falaces, cuando alguien compra curas milagrosas, etc. En consecuencia, en beneficio del bien pblico los cientficos y los periodistas deben desenmascarar, desacreditar y desautorizar los testimonios de ciencia basura siempre que se produzcan (Gardner, 1957). Para los cientficos, esta responsabilidad implica una obligacin de educar a la prensa y al pblico sobre las posturas a las que no se puede dar crdito y poner al descubierto a farsantes, charlatanes y sofistas. Limitaciones de espacio y tiempo Los periodistas, los editores y los directores de los medios trabajan con estrictas restricciones de tiempo y espacio, y stas imponen lmites bien definidos a la posibilidad de cobertura de un tema, al espacio que se le concede en el peridico, a su tiempo de emisin, etc. Debido a las limitaciones de tiempo, los periodistas a menudo deben escribir sus noticias mientras se estn produciendo. Tienen que dar un testimonio inmediato de lo que est sucediendo y raramente se pueden permitir esperar a que un suceso se desarrolle completamente o repasarse toda la historia. Las noticias deben darse segn suceden, cuanto antes mejor. Esta prisa por publicar puede provocar errores periodsticos, cuando los periodistas escriben sobre descubrimientos cientficos que no han sido confirmados del todo. Un efecto aadido de la prisa por publicar de los medios es que a los cientficos tambin les puede entrar la prisa por investigar para satisfacer las demandas de la prensa. El nfasis ejercido por los medios en la transmisin de las noticias segn suceden tambin puede oscurecer y ofuscar los debates cientficos en progreso. Cuando una noticia es importante para el pblico, no es raro que la prensa reproduzca todos los estudios o descubrimientos clave relacionados con el tema. Como a menudo estos temas presentan pruebas y datos a favor y en contra de las diferentes ideas o recomendaciones, el pblico detecta un continuo movimiento adelante y atrs en lo referente a los aspectos importantes, y esto afecta negativamente a la comprensin de la ciencia. Otro efecto pernicioso de las restricciones temporales es que muchos temas importantes no se publican. En muchos casos, la prensa no efecta el seguimiento de algunos temas cuando dejan de ser informaciones frescas. El resultado de esta falta de seguimiento es que muchos temas importantes sobre ciencia desaparecen de la luz pblica. Cuntas personas recuerdan haber ledo algn artculo sobre la fusin caliente o sobre la energa solar Los cientficos an investigan sobre estos temas, pero ya no son tan noticiosos como en la dcada de los setenta. La prensa tampoco tiene tiempo de cubrir noticias que se desarrollan lentamente. Aunque a veces se encuentran reportajes sociales o anlisis en las noticias, la prensa no hace un buen trabajo de cobertura de las investigaciones prolongadas y detalladas. El filsofo y periodista Walter Lippman hizo una gran descripcin de los problemas y paradojas de las limitaciones de tiempo cuando dijo que la prensa es como el rayo de un foco de exploracin, que se mueve sin cesar, iluminando un episodio tras otro y sacndolo de la oscuridad. Los hombres no pueden hacer el trabajo de este mundo slo con esa luz (Lippman, 1992). La prensa tambin se enfrenta con importantes limitaciones de espacio que pueden afectar negativamente a la comprensin de la ciencia por parte del pblico. Existe una cantidad limitada de espacio en los peridicos o revistas, y de tiempo de emisin en televisin o radio a la hora de dar las noticias. Los lmites de espacio afectan a la cantidad y la calidad de la informacin cientfica. Ello afecta cuantitativamente al nmero de temas cientficos que se ofrecen y la dimensin de estos temas. La comprensin que tiene el pblico de la ciencia se ver afectada negativamente cuando la gente no aprenda nada de las noticias cientficas importantes o cuando slo les llegue un prrafo o una informacin o, incluso peor, un factoide. Hay que hacer otra consideracin cuantitativa, relativa al lugar de una noticia en una publicacin o emisin: no slo existe una cantidad de espacio total limitada, sino que tambin hay una cantidad limitada de espacio prioritario, esto es, de espacio de primera pgina, al inicio del informativo televisivo, etc. Si un editor decide dar cobertura a una informacin cientfica, pero la hunde en algn oscuro lugar del peridico, habr menos posibilidades de que el pblico lea la noticia o que incluso vea el titular. Lo mismo sucede en las noticias de televisin y de radio. Pero las limitaciones de tiempo tambin afectan a la calidad de la informacin y a cmo entiende el pblico la ciencia. Incluso cuando se incluye una noticia en un noticiero o cuando le conceden ms de un par de prrafos en el diario, el margen de atencin del pblico filtrar la noticia. La mayora de lectores de peridicos pueden filtrar slo los ttulos o leer nicamente el primer prrafo (Epstein, 1981). En el caso de la gente que escucha las noticias en la radio o las ven en la televisin, tambin pueden perder el inters enseguida. Como la audiencia pierde el inters tan rpidamente, los editores intentan dar los aspectos ms importantes y noticiosos al principio. Los escritores de titulares intentan componer frases que capten la atencin del lector o del oyente. No obstante, todos estos factores pueden combinarse para distorsionar o dar un enfoque parcial a las noticias dejndolas en un titular, un primer prrafo, y el lenguaje puede despistar al pblico. Resumen de problemas ticos en la interaccin entre ciencia y medios de comunicacin Hemos visto cuntos problemas ticos diferentes pueden surgir de la interaccin entre ciencia y medios de comunicacin. La siguiente lista recoge un resumen de todos estos problemas: 149 El pblico puede carecer de la informacin necesaria sobre temas cientficos. 149 El pblico puede estar mal informado sobre los temas cientficos. 149 El pblico puede no entender algunos conceptos o recomendaciones cientficas. 149 El pblico puede malinterpretar la informacin cientfica. 149 El pblico puede estar completamente confundido sobre los temas cientficos y sobre la naturaleza de los debates cientficos. 149 El pblico puede verse expuesto a la ciencia basura. 149 Los cientficos pueden precipitarse a la hora de publicar datos. 149 Los cientficos pueden mantener algo en secreto para proteger las investigaciones preliminares o evitar controversias. 149 Los cientficos pueden fracasar en el intento de educar a la prensa o al pblico sobre su trabajo. 149 Los medios pueden tener problemas para acceder a los congresos cientficos y otras fuentes de noticias. 149 Los medios pueden sucumbir ante diversas falacias lgicas y estadsticas, como el uso de pruebas anecdticas, muestras sesgadas, etc. 149 Los medios pueden reproducir alguna cita mal o fuera de contexto. 149 Los medios pueden usar fuentes no dignas de confianza o marginales. 149 Los medios pueden sensacionalizar, distorsionar o dar enfoques parciales a las noticias. 149 Los medios pueden dejar de cubrir o abandonar el seguimiento de noticias importantes. Todos estos problemas diferentes pueden tener efectos negativos en el pblico, en la ciencia y en los medios. El pblico padece las consecuencias de no comprender bien las noticias sobre descubrimientos cientficos en las que se podran basar sus decisiones personales o polticas. Cuando una persona no consigue entender los hechos cientficos relevantes para una decisin, tiene ms probabilidades de equivocarse en su eleccin. Cuando se trata de informacin cientfica, la ignorancia no suele ser precisamente una ventaja. Los medios pueden sufrir los efectos adversos de estos problemas al perpetuar los periodistas la confusin y la ignorancia. Los reporteros que se enorgullecen de contribuir al avance de la humanidad y a la bsqueda de la verdad no querrn tomar parte en actividades que entren en conflicto con los objetivos y las metas profesionales que tengan. Puede que los periodistas tampoco quieran marginar a los cientficos puesto que los necesitan como fuentes de informacin. En su mayor parte, los periodistas desarrollan una labor mejor a la hora de informar sobre ciencia cuando gozan de la confianza de la comunidad cientfica, pero la confianza slo se puede mantener si los periodistas hacen un sincero intento para evitar los problemas ticos discutidos anteriormente. Por ltimo, la ciencia puede resultar afectada cuando el pblico deja de confiar en ella o las decisiones polticas se basan en un conocimiento pobre de la ciencia. En su mayor parte, los cientficos prefieren tener un pblico educado que un pblico ignorante. Tambin se benefician de una relacin de confianza con los periodistas, puesto que los periodistas pueden ayudarles a promover la ciencia y sirven como comunicadores de sus descubrimientos. Pero esta confianza slo se puede mantener si los cientficos hacen un esfuerzo sincero por educar e informar a los periodistas. Algunas indicaciones para los cientficos Aunque tanto los cientficos como los periodistas deberan hacerse cargo de la responsabilidad de evitar y mitigar algunos de los problemas ticos inherentes a las interacciones entre ciencia y medios de comunicacin, el objetivo de este artculo es orientar las responsabilidades ticas de los cientficos en este contexto. Antes de abordar este tema, hay que plantear una posible objecin: por qu tienen que ser los cientficos los que respondan de los efectos no deseados de sus interacciones con los medios de comunicacin Los cientficos no deben preocuparse de si sus descubrimientos se malinterpretan o se entienden de forma errnea, porque no son responsables de estos problemas. La culpa en estos casos es de los periodistas profesionales y del pblico, no de los cientficos. Esta objecin se puede entender como una aplicacin del principio del doble efecto en tica, que afirma que la gente no tiene que responder de las consecuencias no intencionadas de sus acciones (Beauchamp y Childress, 1994). Pero los cientficos no pueden evadirse de sus responsabilidades en la comunicacin con los medios y con el pblico. Aunque los cientficos normalmente no esperan que sus descubrimientos produzcan consecuencias negativas en la sociedad, en muchos casos pueden prever las consecuencias de sus acciones y deberan intentar evitar las negativas y promover las positivas (Comit de ciencia, ingeniera y polticas pblicas de Estados Unidos, 1995). As, el principio de responsabilidad social implica que los cientficos deberan intentar minimizar el dao social y maximizar las ventajas sociales cuando hacen pblicos sus resultados a los medios de comunicacin y cuando interactan con los periodistas. La responsabilidad social implicara las siguientes obligaciones prima facie para los cientficos: 149 Confirmacin previa . Excepto en circunstancias excepcionales, los resultados no deberan comunicarse a la prensa hasta que se confirmen mediante revisin por pares. 149 Apertura. Excepto en circunstancias excepcionales, la informacin cientfica y los resultados confirmados deberan estar disponibles al pblico, incluidos los medios de comunicacin. 149 Educacin. Excepto en circunstancias excepcionales, los cientficos deberan esforzarse en informar y educar a los periodistas y al pblico sobre las teoras, los mtodos, los descubrimientos cientficos, etc. 149 Libertad. Excepto en circunstancias excepcionales, los cientficos deberan poder educar e informar a la prensa y al pblico sobre sus investigaciones sin miedo a reprobaciones, castigos, etc. Si los cientficos se adhieren a estos principios en su relacin con los medios, deberan poder evitar muchos de los problemas ticos que pueden surgir de sus interacciones con la prensa. Por supuesto, an queda por especificar lo que se entiende por circunstancias excepcionales. La principal razn de esta clusula de escape es permitir a los cientficos que no sigan estos principios en todos los casos y dar ocasin a excepciones especiales basadas en justificaciones de peso los cientficos en muchos casos deben sopesar su deber de educar e informar y contraponerlo a sus otras responsabilidades sociales. Para ayudarnos a razonar en lo referente a este tipo de dilemas resultar de utilidad trazar una analoga entre la relacin entre ciencia, medios de comunicacin y pblico y la relacin que se establece entre mdico y paciente. Aunque la relacin mdicopaciente no incluya un intermediario, en este caso los medios, ambas relaciones son muy similares en cuanto que implican la recoleccin y transmisin de informacin, la educacin y la promocin de valores u objetivos especficos. Los cientficos renen y transmiten informacin y educan para promover el avance del conocimiento y para promover un bien social los mdicos renen y transmiten informacin y educan para promover la salud de los pacientes (Beauchamp y Childress, 1994). En estas relaciones, normalmente, damos por supuesto que las partes son individuos racionales (competentes), pero podran no serlo, y la comunicacin con individuos incompetentes supone complicaciones aadidas. Si pensamos en la interaccin entre la ciencia y los medios de comunicacin de este modo, podemos hablar de diversos modos de presentar la informacin a la gente. Son los siguientes: 149 Fuerte paternalismo . Presentar la informacin para promover el bien y evitar perjuicios ocultar o distorsionar informacin o mentir a los individuos competentes para facilitar las consecuencias positivas y evitar las negativas. 149 Paternalismo para incompetentes . Slo ocultar informacin o mentir a las personas incompetentes en su propio beneficio o para evitar perjuicios. 149 Ligero paternalismo. Igual que el fuerte paternalismo, excepto en que se oculta o distorsiona la informacin o se miente a las personas competentes slo para evitar males. 149 Autonoma. Presentar toda la informacin sin distorsin de modo que las personas competentes puedan tomar sus propias decisiones: la verdad, toda la verdad, y nada ms que la verdad. La principal idea en que se basa el paternalismo (o pap sabe lo que hace) es que alguien debera poder tomar las decisiones por otras personas porque est ms cualificado para tomarlas. Como la informacin en muchos casos es parte importante de la toma de decisiones, el paternalismo frecuentemente implica la manipulacin o interpretacin de la informacin por una persona para beneficio de otra persona o para evitarle perjuicios. La mayora de expertos en tica califican el fuerte paternalismo de muy controvertido y raramente justificado, si es que se puede justificar en alguna ocasin, puesto que los individuos racionales deberan tener la posibilidad de tomar sus propias decisiones y actuar en consecuencia (Beauchamp y Childress, 1994). Cmo se aplica esto a la ciencia Los cientficos, como los mdicos, pueden decidir ocultar informacin, distorsionarla o incluso mentir para facilitar consecuencias positivas y evitar las negativas. Por ejemplo, un cientfico que quiera informar al pblico sobre su investigacin puede decidir ocultar los resultados relacionados con las ventajas de modo que la gente no adquiera una impresin errnea de estos resultados. Tambin pueden decidir simplificar yo suavizar los resultados para hacerlos ms fciles de entender y aceptar para el pblico. Por ltimo, los cientficos podran mentir al pblico por razones de seguridad nacional u otras. Aunque podra parecer que hablando de ciencia no puede justificarse ningn tipo de paternalismo, y que la manipulacin, distorsin u ocultacin de informacin no es aceptable en un entorno cientfico, algunas formas de paternalismo podran estar justificadas cuando nos damos cuenta de que los cientficos tienen la responsabilidad tica de evitar las consecuencias negativas y promover las positivas. As, cundo estn justificadas las comunicaciones paternalistas El objetivo de este artculo no es responder a esta pregunta, puesto que depende en gran medida de los detalles y la situacin del momento, como el tipo de informacin que se quiere hacer pblica, en qu medida se puede ocultar o distorsionar, sus posibles efectos en el pblico, etc. No obstante, dada la importancia de la educacin y de la apertura de la ciencia, hay que suponer que las comprobaciones posteriores pondran en evidencia a quienes manipularan, ocultaran o distorsionaran la informacin por el bien del pblico. Este artculo se escribi para el taller Ethical Issues in Physics Workshop II, patrocinado por la National Science Foundation (SBR-9511817) y el Departamento de Fsica y Astronoma de la Eastern Michigan University. Querra agradecer especialmente los comentarios y las crticas de los participantes en este taller, especialmente a Marshall Thomsen, Tina Kaarsbert, Alvin Saperstein y James Sheerin. Bayles M. 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